domingo, 26 de setembro de 2010

Seguro, só com Corretor de Seguros.

Saiba como diferenciar um corretor de seguros (oficial) de um vendedor de seguros.
Para bem definir um vendedor de seguros, basicamente é aquele em que a relação com o cliente termina logo após a venda da apólice de seguro, não havendo da parte do vendedor nenhum compromisso com o Cliente durante a vigência da mesma . Vendeu? Seu foco a partir desse momento passa a ser com a próxima venda. Nessa categoria podemos citar: vendedores de carros, gerentes e funcionários de bancos e outros canais de venda massificada, é a chamada venda de balcão. Nesse tipo de venda de seguro, em caso de sinistro, o Cliente conta apenas com um 0800 das centrais de atendimento das Seguradoras, onde terá que tratar de seus interesses com o corpo técnico da mesma, sem que conheça, em sua grande maioria, seus direitos e obrigações. E aquele vendedor que foi tão solícito na hora da contratação do seguro, não dedicará nem cinco minutos do seu tempo com você, apenas o tempo necessário para lhe comunicar que você terá que se virar sozinho com a central de atendimneto da Seguradora e lhe desejar boa sorte!
Pensando no Consumidor, no ano de 1964 foi regulamentada a profissão de Corretor de Seguros, figura obrigatória na contratação de uma apólice de seguro, para que a relação de consumo (entre Segurado e Companhia de Seguros) tenha um maior equilíbrio. Pois a principal função do Corretor de Seguros é assessorar o seu cliente em caso de um eventual sinistro (acidente). São nessas horas que o Segurado percebe a importância de ter ao seu lado um Profissional experiente e comprometido com os seus direitos como Consumidor.
Em 15 anos de atuação como Corretor de Seguros em Brasília, eu poderia citar inúmeros casos onde a minha intervenção contribuiu para dar agilidade ao processo, como também a melhor solução diante da complexidade de alguns sinistros, mas isso tomaria muito tempo de sua leitura, são inúmeros os casos. No meu site, reservei um espaço aos meus Clientes para que falassem um pouco dessa relação de confiança e atendimento personalizado (http://www.maltaseguros.com.br/relatos.html). São relatos de Clientes antigos, alguns com mais de 14 anos de convivência, profissionais de diferentes categorias: Policiais Civis e Federais, Advogados, Jornalistas, Servidores Públicos e Executivos. Aos quais aproveito para agradecer as palavras de reconhecimento e amizade.
Por isso é que aconselhamos que as pessoas não contratem seguros em uma agência bancária? Pelo simples fato que as Corretoras cativas dos bancos não atuam como deveriam (conforme a ética da profissão), em defesa dos interesses dos seus Clientes junto a Seguradora do banco. Fazem apenas a venda do seguro, deixando o Segurado por conta de um 0800 no momento em que mais precisam de orientações, ou seja, no sinistro. Não só no primeiro momento (quando o sinistro acorre), como também no desdobramento do processo junto a Seguradora, oficina e terceiros envolvidos, deixando o Segurado perdido, sem informação. Eu tenho diversos casos a citar onde Clientes meus foram atingidos por veículos onde o seguro foi contratado em banco e eu tive que orientar o terceiro (Cliente do banco) com relação aos procedimentos a serem adotados, assim como o acompanhamento de todo o processo nas Seguradoras e oficinas envolvidas.
Além disso, o que testemunhamos é que tanto os vendedores de concessionárias, como os funcionários de bancos, vendem seguros de forma irregular, pois nenhum deles possuem a formação e habilitação para atuarem como se Corretor de Seguros fossem, caracterizando nesses casos o exercício ilegal da profissão.
Também no meu site, oriento como o consumidor de seguros pode identificar se a pessoa que está lhe oferecendo um seguro tem o registro na SUSEP como Corretor de Seguros (Oficial), se este é fiscalizado pelos órgãos responsáveis e se responde civilmente por seus atos profissionais, refiro-me a imperícia, negligência ou dolo. Saiba mais em: http://www.maltaseguros.com.br/historico.html .
Então amigos, agora que já sabem distinguir entre um Corretor de Seguros (Oficial) e os vendedores de seguros, não se deixe seduzir pela oferta do segurinho barato, opte sempre pelo melhor preço (qualidade da seguradora + assessoria do seu Corretor de Seguros). Muitas vezes por conta de uma diferença de R$100 ou R$ 200,00 na hora da contratação do seu seguro, você poderá ter desapontamentos e até prejuízos financeiros, que lhes darão a certeza que a economia inicial não foi a melhor escolha.
Para finalizar, vai aqui um link para um comparativo feito pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros quanto as diferenças entre um Corretor de Seguros e o Gerente do seu banco. É só clicar na frase que aparece no notebook, na tela principal do meu site: http://www.maltaseguros.com.br/ .
A frase diz: Seguro, só com o Corretor de Seguros.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Use o cinto de segurança.

Em maio desse ano, num passeio a Chapada dos Veadeiros, um veículo bateu forte na traseira do meu carro. Felizmente meu filho caçula estava em sua cadeirinha, usando o cinto de segurança, nada sofreu além do susto. A minha maior preocupação (e instantânea) foi com o Arthur, que tem 04 anos, o capitão caverna aí do lado. Mas graças ao uso correto da cadeirinha e do cinto de segurança ele não foi arremessado. Assistam ao vídeo abaixo, ele nos dá a dimensão exata da importância do uso desse equipamento.

domingo, 1 de agosto de 2010

Y Ikatu Xingu.

Enfim, branco aprendendo com índio. Após décadas desmatando a floresta para plantar capim e soja, o homem branco está se dando conta do enorme estrago causado a sustentabilidade da região. Agora a nova geração de fazendeiros que  ocupam o entorno do Parque Indígena do Xingu, incentivados por seus filhos, que hoje aprendem na escola o óbvio, que os índios tinham razão, que não existe futuro sem a preservação de matas, rios e a fauna. Surgiu então a idéia de um projeto que promete bons resultados para as futuras gerações de fazendeiros e índios, é o Y Ikatu Xingu , que traduzindo significa salve a água boa do Xingu, criado com o apoio do Instituto Sócio Ambiental, que oferece o suporte técnico necessário para a viabilização do projeto. Lembrando que tudo isso só é possível hoje, graças a visão dos irmãos Villas Boas, que nos anos 60 foram responsáveis pela criação do Parque Indígena do Xingu, com seus 26 mil km quadrados de reserva, que até hoje ainda encontra fazendeiro que não aceita e não entende a importância estratégica do Parque, como um banco natural de sementes e de preservação de espécimes cada vez mais raras.
Espero que esse bom exemplo sirva aos fazendeiros que ocupam o cerrado e a mata-atlântica, igualmente devastados, fruto da ganância e ignorância dessas pessoas, que no passado e até hoje, destroem o que os povos indígenas preservam, a sua maior aliada, a Natureza.
O Globo Rural de hoje, 01/08/2010, dedicou uma matéria (em dois blocos) falando desse rico Projeto, Y Ikatu Xingu, assistam nos links logo abaixo.

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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Mestre Antonio Nóbrega

Antonio Nóbrega, conhece? Ele não é de aparecer para a grande mídia. É um artista que enobrece e fomenta a música de raiz, folclórica, talvez por isso os meios de comunicação não se interessem por ele. Modestamente, Nóbrega se define como um brincante, forma como são chamados os participantes dos folguedos no interior de Pernambuco. Mas para apresentá-lo melhor temos que citar uma lista de talentos do mestre: cantor, compositor, instrumentista e exímio dançarino, além disso um pesquisador das origens da nossa cultura. Para resumir, trata-se de um verdadeiro embaixador da cultura pernambucana. Por isso, como forma de render uma modesta homenagem, separei três vídeos que dão uma pequena mostra da genialidade de Antonio Nóbrega.

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Melodia Sentimental, com balé: http://www.youtube.com/watch?v=KoSpFzyzJao

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Vamos acabar com o voto obrigatório.

2010, ano de eleição.
Em breve veremos a programação da TV ser invadida pelos ilustres candidatos a distritais, deputados federais e senadores, com as mesmices de sempre, promessas e ataques aos adversários. Porém nos meus 46 anos de vida, jamais vi um candidato, que eu me lembre, que usasse o horário eleitoral gratuito para defender o fim da obrigatoriedade do voto.

Sabem porque eles não fazem isso, porque os caciques dos seus partidos não permitem, isso desmantelaria as aspirações da grande maioria dos políticos brasileiros e de muitos partidos, que apostam todas as fichas nessa ferramenta de poder, a ignorancia do eleitor.
Com o fim da obrigatoriedade do voto, compareceria as urnas somente o eleitor interessado em política, aquele que acompanha a trajetória desses caras e tem o discernimento necessário para julgá-los no dia da eleição. Não que o cidadão mais politizado esteja imune ao engano, mas com certeza não vota em políticos com o histórico já conhecido de corrupção e outros crimes ainda mais graves, como temos aqui em Brasília.
Em contrapartida, o eleitor menos esclarecido, o povão, que é quem elege os de sempre, deixam-se influenciar facilmente pelas bem elaboradas propagandas na TV e pelas promessas de doação de lotes em terra pública, promessas de emprego, autorização de exames e cirurgias na rede de pública de saúde, etc.
Tendo nas mãos essa massa fácil de ser ludibriada e manobrada, qual o interesse que os coronéis da política desse país teriam em por um fim a obrigatoriedade do voto? Isso me faz lembrar o saudoso Odorico Paraguaçu, que se estivesse vivo, diria: "seu Dirceu borboleta, isso não passa de uma invencionice dessa imprensa marronzista e moscouvita. Prafentemente, com o inauguramento da minha obra-prima (o cemitério de Sucupira), esse povo logo esquece essa bestagem".
Político sério e bem intencionado, na minha opinião, teria que começar uma campanha abraçando essa causa, se não o faz e rende-se a vontade dos caciques dos seus partidos, já nos dão de saída uma mostra do que serão como parlamentares. Digamos nós, cidadãos conscientes, um grande NÃO a obrigatoriedade do voto. Vamos criar um Projeto de Lei de iniciativa popular acabando com o voto obrigatório, será um enorme passo para o início de uma nova ordem na política brasileira, começando pelo voto com maior nível de consciência.

domingo, 25 de julho de 2010

Encontro de gênios.

Albinos, um alagoano, o outro pernambucano. Em comum o fato de não poderem se expor ao sol forte e ajudar o pai no roçado. Para passar o tempo, em casa, ficavam ali bulindo na sanfona, tirando os primeiros acordes. Deu nisso, Hermeto Pascoal e Sivuca, músicos reconhecidos internacionalmente pela habilidade extraordinária na sanfona e outros instrumentos.

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http://www.youtube.com/watch?v=LdLy2HIc0iU&feature=related

"Virgulino Lampião, Deputado Federá." de Jessier Quirino

2010, ano de eleição. Com o baixo nível dos nossos políticos, a bandalheira que assistimos todos os dias nos noticiários, só aprovando a Lei do Cangaço proposta por Virgulino, o Lampião.
Ouça o discurso proferido no Congresso Nacional pelo "Deputado Federá" Lampião.
Se a Lei tivesse aprovação, como se diz no sertão, não restaria um cabra-safado pra contar a história, sobraria cadeira, faltaria ladrão.

Jessier Quirino é arquiteto, escritor, contador de causo, poeta e humorista.



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http://www.youtube.com/watch?v=SqEBfucbXiI

sábado, 24 de julho de 2010

"Não me perco do menino que eles teimam em me roubar." Alceu Valença.


Os melhores sonhos são os de um menino, pois trazem em si a essência do que somos. Quando menino eu sonhava em ser vaqueiro, embora seja filho de pais essencialmente urbanos, assim como meus irmãos. Mesmo assim, minha identificação com a figura lendária do vaqueiro foi imediata, a coisa de viver sobre um cavalo, solto no mato, tangendo gado, tendo a companhia do fiel cachorro, isso me fascinou. Trinta e tantos anos depois, sinto que o menino que trago em mim reclama cada vez mais forte o direito ao seu sonho. Calma família, clientes e amigos, isso não quer dizer que irei abandonar minha profissão, vestir um gibão, chapéu de couro, calçar as esporas e me embrenhar na caatinga. Quero apenas e vou perseguir o direito de desfrutar momentos que façam sentir-me de bem comigo mesmo, resgatar a minha essência, poder ao menos uma vez por mês,

na companhia
de um bom cavalo, campear sem rumo certo, desfrutar do contato com a naturez
a, cruzar pastos, atravessar córregos, ouvir o canto dos pássaros.
Na foto, em 2002, eu e a morena, uma égua fantástica, veloz, meio nervosinha, mas era só levar com jeito.
Agora, setembro de 2011, numa cavalgada com meu querido amigo Rodrigo.
E o Arthur já aprendendo a montar com o pai vaqueiro. (risos)